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quarta-feira, 7 de outubro de 2009
domingo, 4 de outubro de 2009
Money, in Cabaret: Liza Minelli and Joel Grey
Money makes the world go around
The world go around
The world go around
Money makes the world go around
It makes the world go 'round.
A mark, a yen, a buck, or a pound
A buck or a pound
A buck or a pound
Is all that makes the world go around,
That clinking clanking sound
Can make the world go 'round.
Money money money money money money
Money money money money money money
Money money money money money money
Money money
If you happen To be rich,
And you feel like a
Night's enetertainment
You can pay for a
Gay escapade.
If you happen To be rich,
And alone, and you
Need a companion
You can ring-ting-A-ling
for the maid.
If you happen To be rich
And you find you are
Left by your lover,
Though you moan and you groan
Quite a lot,
You can take it On the chin,
Call a cab, And begin
To recover
On your fourteen-Carat yacht.
Money makes the world go around,
The world go around,
The world go around,
Money makes the world go around,
Of that we can be sure.
(....) on being poor.
Money money money- money money money
Money money money- Money money money
Money money money money money money
Money money money money money money
Money money money money money money
If you haven't any coal in the stove
And you freeze in the winter
And you curse on the wind
At your fate
When you haven't any shoes
On your feet
And your coat's thin as paper
And you look thirty pounds
Underweight.
When you go to get a word of advice
From the fat little pastor
He will tell you to love evermore.
But when hunger comes a rap,
Rat-a-tat, rat-a-tat at the window...
At the window...
Who's there?
Hunger!
Ooh, hunger!
See how love flies out the door...For
Money makes The world...
...Go around
The world...
...Go around
The world...
...Go around
Money makes the
The world...
...Go around
That clinking
Clanking sound of
Money money money money money money
Money money money money money money
Get a little,
Money money
Get a little,
Money money
Money money
Money money
Money money
Money money
Mark, a yen, a buck
Get a little
Or a pound
Get a little
That clinking clanking
Get a little
Get a little
Clinking sound
Money money
Money money...
Is all that makes
The world go 'round
Money money
Money money
It makes the world go round!
sábado, 3 de outubro de 2009
Arte ou

Exercício de
dicção para
Liza Minelli
Manet Manet Manet Manet
Manet Manet Manet Manet
Manet Manet Manet Manet
Manet Manet Manet Manet
Manet Manet Manet Manet
Manet Manet Manet Manet
Manet Manet Manet Manet
Manet Manet Manet Maney

Monet Monet Monet Monet
Monet Monet Monet Monet
Monet Monet Monet Monet
Monet Monet Monet Monet
Monet Monet Monet Monet
Monet Monet Monet Monet
Monet Monet Monet Monet
Monet Monet Monet Money
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
domingo, 6 de setembro de 2009
Toda a tristeza dos rios

sábado, 5 de setembro de 2009
Ilhéus
sábado, 29 de agosto de 2009
LES CAHIERS DE PARIS - 1
Entre aqui e lá

Voar é estar parado
Sobre um tapete branco
Sob um céu estrelado
Uma vez, entre Niterói e o Rio, na barca, tivemos de esperar passar o porta aviões. “O” porque vocês sabem que o Brasil só tem um. Ficamos ali parados no meio da baía da Guanabara. Eu me distraía com o congestionamento de navios, barcas, barquinhos... no céu os aviões vinham descendo desde a Porte Rio-Niterói até o aeroporto Santos Dumont. O centro do Rio, com seus prédios altos, parecia uma muralha. Era uma ambiência futurista retrô, um Blade Runner.
Todas aquelas pessoas na barca, com seus compromissos inadiáveis: empregos, escola namorados... tudo por um fio. Todas aquelas pessoa não podiam fazer nada a não ser esperar. Também eu. Deliciosa impotência essa em que a vida não nos pertence. Naqueles minutos parado no meio da baía, senti que nada podia me acontecer. Toda a vida parada, decantando sua dor e suas ansiedades.
Agora, estou novamente sobre as águas, quase sobre Cabo Verde, entre aqui e lá. Não há nada que impeça o seguir do avião, mas ele parece parado em pleno ar. Só o monitor à minha frente conta os quilômetros que passam. Estou seguindo por sobre os fusos do tempo pelo planeta, mas é como se estivesse parado... e nada pode me acontecer. Nenhuma gente pode mudar o meu destino agora. Nem mesmo eu posso fazer qualquer coisa. Minha vida inteira por decidir, os amigos os colegas os parentes, ninguém pode me alcançar, nenhuma notícia virá agora. Nada. E nada posso. E aos poucos as dores e as ansiedades ficam para trás.
Deliciosa liberdade de nada poder, nada fazer, nada saber do mundo lá embaixo sob as nuvens. Tudo é só contemplar a noite e sua estrelas há muito mortas. Elas já não estão lá onde as vejo, eu já não estou lá de onde parti, tampouco cheguei ainda.
Pareço estar parado e o espaço e tempo dos fusos se movem sobre mim.
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quinta-feira, 30 de julho de 2009
sexta-feira, 10 de julho de 2009
A estrada
domingo, 24 de maio de 2009
Farfalle
Borboletas não pousam
porque a vida é um fiapo na brisa
perde o sopro quem aterrissa

Des papillon ne se posent pas
parce que la vie est un fil à la brise
perd le souffle celles qu’aterrisent
In RODRIGUES, Marcus Vinícius. Pequeno inventário das ausências, Fundação Casa de Jorge Amado/Prêmio Brasken, 2001.
terça-feira, 5 de maio de 2009
Depoimento de Bruna Bianchi sobre minha poesia
A poesia de Marcus Vinícius Rodrigues é lenta. Não lenta na leitura... uns versos tão curtos e tão poucos. Ela é lenta porque chega depois. As palavras demoram muito a chegar ao papel. Quando isso acontece, os sentimentos já estão envelhecidos, as idéias já não são surpresa. Tudo está decantado. Muitas camadas de tempo já se depositaram sobre a dor. E é dessa dor esquecida que se faz um verso de duas sílabas.
Bruna Bianchi é modelo e Atriz de novelas, Artista plástica e um fenômeno de fotogenia e desamparo.
domingo, 3 de maio de 2009
. . . . . . M . . . . .

Cinco sentidos
tem a mão do menino na escola.
Antes do mundo ele aprende as portas,
mas hesite na pergunta:
entro?
O olho fixo no misterioso centro
da palma.

Cinq sens
a la main du garçon à l’école
Avant le monde il apprendre les portes.
Et pourtant il hesite a la demande:
Entre-je?
Les yeux fixés o mystérieux centre
de la paume.







